Neuroscientific Therapy

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O poder do estado emocional
 
Pense um pouco por um momento e responda: Quantas vezes na vida você tomou péssimas decisões por encontrar-se de mau humor ou abatido? Quantas vezes você teve um dia maravilhoso na qual parecia que estava tudo conspirando a seu favor?
Sim, é verdade, o seu estado emocional possui uma influência muito grande sobre sua vida, e pode ser determinante nos seus comportamentos, em muitos casos te levar a péssimos resultados se você se tornar refém dele, entretanto, o oposto também é verdadeiro, ou seja, você estando em um bom dia, ou sentindo-se poderoso pode ajudá-lo muito em seus resultados, em seu desempenho.
A boa notícia é que você não precisa mais ser refém do seu estado emocional, pois com a PNL aprendemos que você poderá sentir-se bem no momento que desejar.
Na PNL também aprendemos que cada um de nós é responsável pelo seu estado emocional. Se estamos alegres ou tristes, desanimados ou entusiasmados, isso não caiu de paraquedas, somos nós que estamos criando isso através da tétrade: foco, fisiologia, linguagem e crenças, é a fonte de todos os nossos estados, e a mudança ocorre através da alteração de um ou mais elementos da tétrade. Esse conhecimento pode nos tirar do papel de vítima e nos tornar mais proativos e no controle da nossa própria vida.
Também, a gestão de nossas emoções, a autoliderança e o conhecimento de como resgatar o Eu nos focos de tensão alterando ou quebrando um estado emocional enfraquecedor e acessando um estado rico de recursos através de âncoras, pode fazer de você uma pessoa muito mais feliz além de, sem dúvida, mais sensata e próspera, pois frequentemente muitas relações pessoais e profissionais são rompidas pela inabilidade de lidar com nossas emoções.
Pense mais um pouco, num soldado em um campo de batalha, a única chance que ele possui de sobreviver, além de seu treinamento e do seu arsenal pessoal, é definitivamente acreditar que pode vencer a batalha, pois qualquer outro pensamento poderá colocá-lo em apuros.
O mesmo se dá com um atleta, para vencer uma competição ele precisa vencer dentro de si primeiro. Alguns atletas que conquistaram o tão sonhado ouro olímpico, antes de vencer na prática, formularam em sua mente a vitória de muitas maneiras, imaginando, prevendo e superando todos os desafios e depois curtindo a vitória quando ainda nem ao menos eram conhecidos.
A tão sonhada alta performance está alicerçada na motivação intrínseca em primeiro lugar, na fé (certeza do sucesso). Toda pessoa que acredita ser incapaz, incompetente, inadequado, inferior, sem perspectiva, rejeitado, fora ou a margem da sociedade ou das possibilidades entre outros, permanece paralisado, ou na melhor das hipóteses aceita qualquer oferta, na maioria das vezes são as piores possíveis. Já a alta performance possui um papel fundamental para o ser humano, entre eles descantam-se o crescimento do Self em direção a níveis maiores de complexidade em função de dois processos psicológicos, a diferenciação e a integração. A diferenciação é um movimento em direção a uma maior individualidade que provoca distinção entre uma pessoa e outra e o movimento de integração é oposto, leva a união com outras pessoas e com o mundo, além de ampliar sua autoestima dando a impressão de estar vivendo acima de suas expectativas e das expectativas dos outros. (Fonte: Mihaly Csikszentmihalyi (1988, 1992, 1993) (Anne Wells – Tese de doutorado da Universidade de Chicago (1988))
Por Luis Lindner Master Coach e Trainer
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Era Conceitual, os novos desafios e oportunidades deste novo tempo...

Seguindo o caminho aberto pela Era do conhecimento, estamos adentrando em um novo tempo, que vem se instalando em nossa civilização conhecida como “Era Conceitual”.

Na Era do Conhecimento as pessoas sempre estiveram preocupadas em reter a maior quantidade possível de informações. Mas a pergunta é: o que fazer com elas? As consequências dessa era formou uma sociedade saturada de informações, tecnologias e recursos, tornando-a mais ansiosa, angustiada, estressada e sem identidade.

Em um de nossos seminários tive o privilégio de ter um líder político que conhecia desde minha mocidade, e ouvi a seguinte afirmação dele: “É necessário aprender sempre, pois no momento que paramos de aprender regredimos”.

Não discordo da frase, mas é necessário fazer uma ressalva: em uma sociedade saturada de informações, é necessário eleger o que aprender, o que é mais importante para seus propósitos, pois caso contrário nos encheremos de informação não obtendo efetividade, e isso é o que vemos o tempo todo ao nosso redor...

Esse também passa a ser o desafio do desenvolvimento humano, pois aumentar a performance não é o suficiente, além disso também é necessário proporcionar sentido, direção e realização na jornada, pois precisamos pensar e criar experiências que mudem a vida das pessoas, e é assim que se muda o mundo! Sim, a Era conceitual é uma era sistêmica graças a Deus.

A Era Conceitual e o lado direito

Capacidade de inventar, de ser criativo, ter empatia e criar significados em diversos aspectos da vida e do trabalho, qualidades que hoje já são importantes, mas que, dentro em breve, passarão a ser imprescindíveis, este será o diferencial das pessoas no mundo da informação e da otimização de processos operacionais e científicos. De acordo com o escritor norte-americano Daniel Pink, em sua obra “A revolução do lado direito do cérebro”, o lado artístico será muito mais valorizado que o esquerdo ou racional.

As forças motrizes desta nova onda estão relacionadas com três poderosas forças econômicas: a abundância, o desenvolvimento da Ásia e a automação. Em um mundo exaurido pela oferta material, a funcionalidade já não é um pré-requisito, todos os produtos devem ser funcionais, então o desafio passa a ser criar algo que seja mais atraente para todos os sentidos de seu cliente, que o identifique, que agregue valor a vida das pessoas.

Essas habilidades são desenvolvidas no lado direito do cérebro e são baseadas em motivações intrínsecas, ou seja, são atividades que as pessoas realizam pelo prazer e pelo desafio que representam. Isso significa que lidar com os sentidos e com a estética são valores cada vez mais procurados. Pink define essa nova era como uma era onde os padrões se tornam mais subjetivos, pois a arte de inventar é difícil de mensurar, e ainda não foi automatizada.Esta é outra oportunidade, deixamos o foco apenas do material, do utilitarismo e da satisfação do ego que nos tornou “teres humanos” ao invés de seres humanos, para nos reencontrarmos e ir além, transcendermos, e Maslow explica isso em sua hierarquia de necessidades.

O líder do futuro também passa a ser sistêmico, pois uma liderança com uma visão sistêmica não possui apenas uma compreensão mais clara, como também é capaz de encontrar soluções que sirvam ao todo, integrando e agregando sinergia. O líder ao possuir essa compreensão, obterá êxito mais facilmente.

Desejo a você um futuro extraordinário...

Desenvolvido por Luis Lindner - Master Coach Trainer

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Autoliderança, o caminho para maior qualidade de vida...

Uma sociedade refém das circunstâncias e de si mesmo, é isso que temos visto através da mídia e de nossas percepções do mundo que nos cerca.
 
Não é raro ao final do ano vermos pessoas buscando nas previsões, e diga-se de passagem de maneira totalmente ingênua, uma janela do que o destino ou os “deuses” reservam para seu futuro, e desta forma se colocando totalmente a margem da passibilidade de gerir seus resultados e seu futuro através de um plano de ação.
Eu costumo dizer que autoliderança é o seu processo pessoal de caminhar consistentemente na direção dos seus sonhos e desejos, conectado fortemente à sua identidade e realidade.
Essa realidade envolve dois aspectos, ou mundos, que precisam agir de forma integrada: a realidade externa à sua pessoa e a realidade interna da sua pessoa.
Na realidade interna, há que ser considerado quem você é, sua identidade formada pelos fenômenos psíquicos que criam o "eu" e que formam a consciência de nossa existência, que é o primeiro e único "instrumento" que o conduz na direção dos seus sonhos e desejos.
Já na realidade externa onde encontra-se o território físico, você encontra desafios e obstáculos que terá de superar para realizar seus sonhos e quais recursos ou subsídios você terá de acessar.

Mas o que é Autoliderança?
 
Autoliderança é simplesmente liderar a si mesmo, mas a grande maioria não consegue.
É preciso compreender que todo o ser humano que acredita ser incapaz, incompetente, inadequado, inferior, sem perspectiva, rejeitado, fora ou a margem da sociedade ou das possibilidades entre outros, permanece paralisado, ou na melhor das hipóteses aceita qualquer oferta, que na maioria das vezes são as piores possíveis.
Autoliderança é em síntese a capacidade de reconhecer sua humanidade e seus desejos, criando mecanismos que favoreçam sua inclusão, seu sucesso e realização, e que o tirem do papel de vítima de refém de si mesmo, se suas emoções e mazelas, pois quem se autolidera sabe sair de estados sem recursos e criar condicionamentos rumo a estados e objetivos desejados que façam sentido para sua identidade.
Minha proposta é apresentar uma visão moderna e acessível, mas simples de autoliderança fornecendo subsídios que o ajudarão a ter mais sentido e direção na vida pessoal e profissional, onde você aprenderá a estabelecer objetivos claros, prezando o mais importante, a sua identidade e seus valores, que são os reais motivos por detrás de qualquer meta.
Em nosso método também passamos pelos conceitos de empoderamento, autogestão e compreensão de como interagirmos com o sistema ao qual estamos inclusos de maneira ecológica, prezando não apenas você, mas também o papel e influência da sua missão para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.

Desenvolvido por Luis Lindner - Master Coach Trainer
 
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Liderança x autoliderança 

 

Em toda minha vida eu sempre ouvi que ninguém pode dar o que não tem, e que o primeiro que precisa desfrutar dos resultados antes de vendermos eles a outros somos nós, o que acredito até hoje.

Pensando nisso e trazendo por meio desta ótica o tema da liderança x autoliderança, parece incoerente nosso mercado estar repleto de instições e profissionais de treinamento que oferecem soluções prontas de liderança que ensinam a liderar a outras sem antes liderar a si mesmo.
 
Em nossa sociedade atual, repleta de fórmulas prontas, onde o “fast food” intelectual conhecido como “pronto para pensar” onde os mais cultos são muitas vezes apenas repetidores de ideias au invés de pensadores, vemos uma caerência enorme de líderes e maior ainda de líderes que antes de possuírem a pretensão de liderar a outros saibam liderar a si próprios.
 
Definindo o conceito de autoliderança
 
Ao definir o conceito de Autoliderança podemos dizer que: “Autoliderança é um processo, através do qual as pessoas influenciam a si próprias de maneira a alcançar a auto-direção e auto-motivação necessárias para se comportar e executar o que precisa de maneira efetiva, para o alcance dos objetivos ou qualidade de vida desejada. Autoliderança utiliza técnicas de controle de pensamento e comportamento, auto-recompensa e autorregulação que proporcionam quem a pratica um desempenho mais confiante, focado e criativo, com melhores resultados para o alcance do sucesso pessoal e profissional, que retira o “eu” de uma condição passiva e de refém e o coloca como gestor de si, de suas emoções e circunstâncias.
 
A autoliderança hoje é de grande interesse, particularmente para lideranças, empresas e instituições, e todo líder que desejar um papel de destaque na Era conceitual deverá buscá-lo com afinco, pois será cada vez mais claro que para produzir sentido e segurança para sua equipe, em primeiro lugar o líder dever possuir sentido”.
 
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